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Decisões que mudaram a forma como a empresa funciona
4
Agendado

Decisões que mudaram a forma como a empresa funciona

17 Mar
#reestruturação#gestão#CostaFeitosa
Impacto do conflito Israel-EUA x Irã na construção civil
Agendado

Impacto do conflito Israel-EUA x Irã na construção civil

18 Mar
#geopolítica#construçãocivil#CostaFeitosa
Transparência constrói equipes mais fortes
Agendado

Transparência constrói equipes mais fortes

19 Mar
#transparência#equipe#gestão
Fluxo de caixa é ferramenta de gestão
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Fluxo de caixa é ferramenta de gestão

23 Mar
#fluxodecaixa#gestãofinanceira#CostaFeitosa
Liderança é presença
Agendado

Liderança é presença

25 Mar
#liderança#presença#CostaFeitosa
Agendado

Ser sucessor não é vantagem automática

31 Mar
#empresafamiliar#herdeiro#liderança
Obra bem executada começa antes do canteiro
Agendado

Obra bem executada começa antes do canteiro

02 Apr
#gestãooperacional#planejamento#CostaFeitosa
Números que mudaram nossas reuniões de gestão
4
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Números que mudaram nossas reuniões de gestão

06 Apr
#indicadores#gestão#CostaFeitosa
Empresas familiares têm história
Agendado

Empresas familiares têm história

08 Apr
#empresafamiliar#história#CostaFeitosa
Agendado

Processos invisíveis que sustentam tudo

13 Apr
#processos#gestão#eficiência
Agendado

Gestão de equipe entre escritório e canteiro

16 Apr
#gestãodepessoas#liderança#canteirodeobras
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Custos que não estão no orçamento

19 Apr
#custos#gestãofinanceira#CostaFeitosa
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Líder pergunta, chefe audita

22 Apr
#liderança#gestão#CostaFeitosa
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ERP como aliado, não como obrigação

26 Apr
#ERP#tecnologia#gestão
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Reunião que funciona tem formato

29 Apr
#comunicação#reunião#gestão

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Decisões que mudaram a forma como a empresa funciona
Agendado 17 Mar

Decisões que mudaram a forma como a empresa funciona

Nos últimos anos, a Costa Feitosa passou por uma reestruturação profunda. Não foi uma mudança pontual — foi uma transformação na forma como a empresa opera, decide e se posiciona no mercado. Saímos de uma gestão baseada em pessoas para uma gestão baseada em processos. Estruturamos processos claros para que a empresa funcione com organização e previsibilidade, sem depender de algumas pessoas que sabem "como tudo acontece". Quando o conhecimento está no processo e não na pessoa, a empresa ganha escala e resiliência. Profissionalizamos a equipe. Durante a reestruturação, quase 90% da equipe foi renovada. Foi um processo difícil, mas necessário para alinhar a empresa com um novo momento de crescimento. Trouxemos profissionais com experiência de mercado e mentalidade de resultado. Implementamos um ERP específico para construção. Antes, muitas informações estavam espalhadas em planilhas e controles paralelos. Com o ERP, conseguimos integrar dados financeiros, contábeis e operacionais em um único sistema. Isso trouxe muito mais clareza para a gestão e eliminou decisões baseadas em informação incompleta. Mudamos o posicionamento da empresa no mercado. Passamos de empreiteira para construtora e empresa de engenharia, investindo em marca, presença digital e prospecção comercial estruturada. Estruturamos melhor a gestão financeira e as parcerias. Para crescer com segurança, uma empresa precisa de previsibilidade de caixa e boas relações financeiras. Profissionalizamos essa frente com controles mais rigorosos e relacionamento institucional com bancos e parceiros. Nenhuma dessas decisões foi fácil. Mas cada uma delas tornou a empresa mais preparada para o que vem pela frente.

#reestruturação#gestão#CostaFeitosa#processos#construçãocivil#transformação
Impacto do conflito Israel-EUA x Irã na construção civil
Agendado 18 Mar

Impacto do conflito Israel-EUA x Irã na construção civil

O conflito no Oriente Médio pode parecer distante da construção civil brasileira. Mas ele já começou a impactar o custo das obras. Nas últimas semanas, as ações militares na região aumentaram a instabilidade em um dos pontos mais estratégicos do comércio mundial: o Estreito de Ormuz. Cerca de 20% do petróleo e do gás natural consumidos no mundo passam por essa rota. Com o aumento do risco de navegação, o fluxo foi afetado e o mercado reagiu imediatamente. O resultado: forte pressão no preço do petróleo, com altas que já chegaram perto de 30% em alguns momentos. À primeira vista, isso parece um problema distante do Brasil. Mas na prática, os efeitos chegam rapidamente à nossa economia. O Brasil depende majoritariamente do transporte rodoviário, altamente sensível ao preço do diesel. Quando o petróleo sobe, o custo logístico sobe junto. E isso impacta diretamente o transporte de insumos essenciais para obras, como aço, concreto e outros materiais estruturais. Em cenários como esse, gestão passa a ser também gestão de risco. Na Costa Feitosa, algumas práticas ajudam a reduzir essa exposição: compra antecipada de insumos críticos para projetos em andamento, orçamentos com margem de contingência para volatilidade de commodities e acompanhamento constante de indicadores macroeconômicos antes de fechar novos contratos. A geopolítica pode parecer distante do dia a dia das obras. Mas muitas vezes ela começa a aparecer justamente ali: no preço do diesel, no valor do frete e no custo final de um projeto. Fontes: DW Brasil, G1, Análises geopolíticas de John Mearsheimer.

#geopolítica#construçãocivil#CostaFeitosa#gestãoderisco#commodities#logística
Transparência constrói equipes mais fortes
Agendado 19 Mar

Transparência constrói equipes mais fortes

Uma das mudanças mais importantes na nossa gestão foi criar uma cultura de transparência com os números. Durante muito tempo, empresas escondiam resultados da equipe. Nós decidimos fazer o contrário. Se os resultados são bons, compartilhamos. Se são ruins, também. Não existe filtro. Não existe versão suavizada para "não assustar". Essa decisão não foi fácil no início. Abrir os números significa aceitar questionamentos, explicar decisões e ouvir opiniões que nem sempre são confortáveis. Mas o ganho compensa. Quando a equipe entende os números da empresa, ela entende as decisões. Quando entende por que um investimento foi adiado, por que uma contratação foi antecipada ou por que determinado projeto recebeu prioridade, ela para de especular e passa a contribuir. E quando as pessoas entendem as decisões, elas passam a fazer parte da solução. Sugerem economias que a diretoria não enxergava. Identificam problemas antes que virem crises. Assumem responsabilidade porque sabem que têm contexto para isso. Transparência não é fragilidade. É a base de equipes que funcionam de verdade.

#transparência#equipe#gestão#CostaFeitosa#liderança#cultura#pessoas
Fluxo de caixa é ferramenta de gestão
Agendado 23 Mar

Fluxo de caixa é ferramenta de gestão

Fluxo de caixa não é uma planilha. É uma ferramenta de gestão. E essa distinção mudou a forma como conduzimos a Costa Feitosa. Durante muito tempo, acompanhávamos apenas o saldo da conta bancária. O problema é que saldo mostra o presente. Gestão financeira exige entender o que vai acontecer com o caixa nos próximos meses. Quando organizamos melhor as entradas e saídas da empresa, percebemos algo importante: era possível ter dinheiro em caixa hoje e ainda assim enfrentar dificuldade financeira semanas depois. Sem previsão, muitas decisões acabam sendo apenas reação a problemas. O primeiro passo foi mapear com clareza de onde o dinheiro entrava e para onde saía. Recebimentos de clientes, pagamentos a fornecedores, folha e impostos. Parece básico, mas quando essa informação está espalhada em planilhas diferentes, a visão integrada simplesmente não existe. A virada real veio quando passamos a trabalhar com fluxo de caixa projetado para os próximos 90 dias. Quando você olha o caixa com três meses de antecedência, a tomada de decisão muda completamente. Planejamento substitui improviso. Decisões de investimento deixam de ser apostas e passam a ser calculadas. Hoje o fluxo de caixa orienta decisões importantes na empresa. Investimentos, controle de custos e planejamento passam primeiro por essa análise. Mais do que uma planilha, ele virou uma ferramenta central de gestão.

#fluxodecaixa#gestãofinanceira#CostaFeitosa#planejamento#construçãocivil#controladoria
Liderança é presença
Agendado 25 Mar

Liderança é presença

Essa foto foi tirada em uma obra nossa em Curionópolis, no Pará, durante a pandemia. Era um período difícil para todo mundo: muita incerteza, pressão e decisões acontecendo o tempo todo. Naquele momento, eu poderia ter acompanhado tudo à distância. Reuniões por vídeo, relatórios por e-mail, decisões pelo telefone. A tecnologia permitia. Mas decidi ir pessoalmente para a obra. Não porque eu teria todas as respostas. Mas porque existem momentos em que a presença do líder faz diferença. Quando a equipe vê que você está ali, enfrentando as mesmas condições, compartilhando as mesmas dificuldades, a dinâmica muda. Não é sobre autoridade — é sobre compromisso. Foi ali que algo ficou muito claro pra mim: existe uma diferença grande entre mandar e liderar. O chefe cobra resultado à distância. O líder assume responsabilidade junto com a equipe. Está no canteiro quando chove. Está na reunião quando o problema aparece. Está presente quando mais importa. E muitas vezes liderança começa com algo simples: estar lá.

#liderança#presença#CostaFeitosa#construçãocivil#gestãodepessoas#pandemia
Agendado 31 Mar

Ser sucessor não é vantagem automática

Quando comecei a assumir mais responsabilidades na empresa da minha família, uma pergunta passou a me acompanhar: eu sou capaz de sustentar essa liderança? De fora, entrar em uma empresa familiar pode parecer mais simples. Mas na prática, a responsabilidade costuma ser maior. Existe a expectativa natural de que você esteja preparado e, ao mesmo tempo, a necessidade de mostrar isso todos os dias através das decisões que toma. Assumir uma posição de liderança em uma empresa da família também significa lidar com dois mundos ao mesmo tempo. O familiar e o empresarial. Com o tempo, fui percebendo que algumas decisões só funcionam quando são tomadas com critérios profissionais claros. Isso traz mais segurança para a gestão e também preserva as relações. O sobrenome pode explicar de onde você veio. Mas ele não sustenta liderança dentro da empresa. O que constrói confiança no dia a dia são as decisões, o trabalho e os resultados ao longo do tempo. Uma das mudanças importantes que vivemos na Costa Feitosa foi estruturar melhor processos e governança. Quando as regras e os indicadores são claros para todos, a empresa ganha organização e as decisões deixam de ser pessoais para se tornarem institucionais. Hoje eu acredito que empresas familiares fortes conseguem equilibrar duas coisas: preservar a cultura que construiu o negócio e, ao mesmo tempo, evoluir na forma de gestão. Foi esse caminho que começamos a construir na Costa Feitosa nos últimos anos.

#empresafamiliar#herdeiro#liderança#CostaFeitosa#sucessão#governança
Obra bem executada começa antes do canteiro
Agendado 02 Apr

Obra bem executada começa antes do canteiro

Obra bem executada começa muito antes do canteiro.

#gestãooperacional#planejamento#CostaFeitosa#construçãocivil#qualidade#engenharia
Números que mudaram nossas reuniões de gestão
Agendado 06 Apr

Números que mudaram nossas reuniões de gestão

Algumas decisões ficam muito mais consistentes quando são acompanhadas de números. Com o tempo, alguns indicadores passaram a aparecer com frequência nas nossas conversas de gestão. Não porque existe uma regra sobre quais números acompanhar, mas porque eles começaram a trazer mais clareza sobre o que estava acontecendo na operação. Mais do que relatórios, esses números passaram a ajudar a orientar decisões do dia a dia desde planejamento financeiro até ajustes na operação das obras. Hoje fazem parte da nossa rotina de gestão.

#indicadores#gestão#CostaFeitosa#fluxodecaixa#produtividade#construçãocivil
Empresas familiares
Agendado 08 Apr

Empresas familiares

Empresas familiares têm uma característica muito forte: história. Muitas das decisões que existem hoje foram construídas ao longo de anos de trabalho e relacionamento entre as pessoas. Por isso, qualquer processo de mudança precisa ser conduzido com muito cuidado. Não é possível simplesmente ignorar o que foi construído e começar do zero. As pessoas que fizeram parte da trajetória, os clientes que confiaram na empresa ao longo dos anos, a cultura que se formou. Tudo isso tem valor. Na Costa Feitosa, aprendemos que evolução e respeito pela história não são contraditórios. É possível profissionalizar a gestão sem destruir a identidade da empresa. É possível implementar processos sem eliminar o calor humano que caracteriza negócios familiares. O segredo, se é que existe um, é fazer as mudanças com transparência. Explicar o porquê. Envolver as pessoas no processo. E nunca perder de vista que o objetivo não é mudar por mudar, é fortalecer o que já funciona e corrigir o que precisa evoluir. Sinto orgulho de fazer parte da Costa Feitosa, onde organizamos evolução de gestão sem perder a essência da empresa. É um trabalho contínuo. Mas é o tipo de trabalho que vale a pena.

#empresafamiliar#história#CostaFeitosa#legado#gestão#evolução
Agendado 13 Apr

Processos invisíveis que sustentam tudo

Existe um momento na história de qualquer construtora em que a capacidade de gestão não acompanha o volume de obras. É quando surgem os atrasos inexplicáveis, os custos que fogem do controle e a qualidade que oscila de um projeto para outro. Na Costa Feitosa, passamos por esse momento. E a resposta não foi contratar mais gente. Foi criar processos. Digo isso com convicção porque tentamos o outro caminho primeiro. Quando a demanda cresceu, a reação natural foi ampliar a equipe. Funcionou por um tempo. Até que percebemos que mais pessoas sem processo claro significava mais ruído, mais desalinhamento e mais decisões duplicadas. O trabalho de redesenho foi metódico. Mapeamos cada ponto em que a informação travava, cada etapa onde o retrabalho era recorrente, cada decisão que precisava de três aprovações quando bastava uma. Alguns exemplos concretos do que mudamos: Fluxo de compras com aprovação por alçada — eliminou compras duplicadas e negociações feitas sob pressão de prazo. Reunião semanal de obra com formato fixo — 30 minutos, cinco tópicos, decisões registradas. Antes, reuniões duravam duas horas e ninguém saía sabendo o que tinha sido decidido. Dashboard financeiro por obra — cada gerente vê em tempo real o que gastou versus o que tinha no orçamento. Nenhuma dessas mudanças é revolucionária. Todas são repetíveis. E todas se pagaram em semanas, não em meses. O ponto que muita gente não entende sobre processos é este: processo bom não engessa. Processo bom libera. Quando todo mundo sabe o que fazer e quando fazer, a velocidade aumenta. O retrabalho diminui. E a qualidade vira padrão, não exceção. Empresa que depende de pessoas heroicas para funcionar está a uma demissão de distância do caos.

#processos#gestão#eficiência#CostaFeitosa#construçãocivil#operações#liderança
Agendado 16 Apr

Gestão de equipe entre escritório e canteiro

Na Construtora Costa Feitosa, a operação envolve dois universos que raramente se encontram naturalmente: o escritório e o canteiro. No escritório, as conversas são sobre projeção financeira, timeline de entrega, gestão de contrato e compliance. No canteiro, são sobre logística de material, condição do terreno, clima e segurança do trabalho. As pessoas que trabalham nesses dois ambientes têm formações diferentes, linguagens diferentes e prioridades diferentes. O papel de quem lidera a operação é ser a ponte. E essa ponte não se constrói por e-mail ou relatório semanal. Constrói-se com presença. Quando assumi a diretoria operacional, uma das primeiras mudanças foi simples: aumentar a frequência de visitas a obra. Não para fiscalizar — para ouvir. Porque o engenheiro de campo e o mestre de obras enxergam coisas que nenhum dashboard mostra. Eles sentem o ritmo da obra. Sabem quando algo está prestes a atrasar antes que o cronograma acuse. Essa informação só chega até a diretoria de dois jeitos: ou o líder está lá para ouvir, ou chega tarde demais como relatório de problema. Na prática, isso significou reestruturar minha agenda. Pelo menos dois dias por semana em obra, independente do volume de demandas administrativas. Porque é no canteiro que as decisões operacionais reais acontecem. E quanto mais rápido eu tenho contexto, mais rápida é a decisão. O resultado apareceu em menos retrabalho, menos conflito entre equipes e uma comunicação muito mais fluida entre quem planeja e quem executa. Liderar uma construtora exige ser bilíngue: falar a linguagem do financeiro e falar a linguagem do canteiro. E estar disposto a se sujar nos dois.

#gestãodepessoas#liderança#canteirodeobras#CostaFeitosa#equipe#operações#construçãocivil
Agendado 19 Apr

Custos que não estão no orçamento

Todo gestor de construção sabe calcular custo de material, mão de obra e equipamento. Isso está no orçamento. Mas existe uma categoria de custo que raramente aparece em planilha nenhuma: o custo da ineficiência. Quando mapeamos os gargalos operacionais da Costa Feitosa, o que encontramos não foi desperdício óbvio. Foi desperdício sutil. O tipo que se esconde na rotina e que, por ser "normal", ninguém questiona. Um exemplo: o tempo médio de aprovação de compra para uma obra era de quatro dias. Parece razoável? Em uma obra com cronograma apertado, quatro dias de espera significam equipe parada, equipamento alugado sem uso e cronograma deslocado. Multiplicado por dezenas de compras ao longo de uma obra, o custo acumulado era significativo. Outro exemplo: reuniões de alinhamento entre engenharia e compras que não tinham frequência fixa. Resultado: materiais que chegavam antes da hora (ocupando espaço e capital) ou depois da hora (travando a execução). O trabalho de redução de custo que fizemos não foi sobre negociar melhor com fornecedor. Foi sobre eliminar os intervalos onde dinheiro era queimado sem que ninguém percebesse. Reduzimos o ciclo de aprovação de compras para 24 horas com sistema de alçada por valor. Criamos uma rotina semanal de sincronização entre engenharia, compras e financeiro. Padronizamos o checklist de início de obra para que nenhuma frente começasse sem os insumos mapeados. O impacto financeiro foi direto: menos retrabalho, menos tempo ocioso e mais previsibilidade de custo. Nada disso aparece como "economia" no orçamento. Aparece como margem preservada no resultado. Custo invisível é o mais caro que existe. Porque você só percebe depois que já pagou.

#custos#gestãofinanceira#CostaFeitosa#construçãocivil#eficiência#planejamento#gestão
Agendado 22 Apr

Líder pergunta, chefe audita

Nos primeiros anos em que assumi mais responsabilidade na Costa Feitosa, cometi um erro que só percebi depois: eu queria ter todas as respostas. Achava que líder era quem resolvia. Quem sabia. Quem decidia rápido. Funcionou por um tempo. Até que o volume de decisões cresceu a um ponto em que não era mais possível centralizar tudo. E mais: quando eu resolvia sozinho, a equipe parava de pensar. Esperava a minha resposta em vez de buscar a dela. Foi quando mudei a abordagem. Em vez de responder, comecei a perguntar. "O que você faria nessa situação?" "Qual é o risco se seguirmos por esse caminho?" "Tem alguma informação que você precisa e não tem?" O efeito foi imediato. As pessoas começaram a trazer soluções, não apenas problemas. Começaram a antecipar cenários em vez de esperar instruções. A qualidade das decisões melhorou — não porque eu perguntava melhor, mas porque mais cabeças estavam envolvidas. Hoje, nas reuniões operacionais da Costa Feitosa, minha função raramente é decidir. É garantir que as perguntas certas estão sendo feitas. Porque decisão boa nasce de diagnóstico bom. E diagnóstico bom nasce de pergunta bem formulada. Isso não significa que eu não decido. Existem momentos em que a decisão é minha e precisa ser rápida. Mas esses momentos são exceção, não regra. E quando são necessários, a equipe entende — porque sabe que, na maioria das vezes, a decisão é construída junto. Chefe audita. Líder investiga. E a diferença no resultado é brutal.

#liderança#gestão#CostaFeitosa#perguntascertas#equipe#construçãocivil#cultura
Agendado 26 Apr

ERP como aliado, não como obrigação

Quando começamos a reestruturação da Costa Feitosa, o sistema ERP já existia. Estava instalado, configurado e disponível para todos os departamentos. O problema: quase ninguém usava direito. A equipe lançava dados por obrigação. Informações incompletas, lançamentos atrasados, campos em branco. Os relatórios que o sistema gerava eram ignorados porque ninguém confiava neles — e com razão, porque os dados de entrada eram ruins. A reação instintiva seria trocar o sistema. Buscar algo mais moderno, mais intuitivo, mais completo. Mas antes de trocar a ferramenta, decidimos entender por que ela não era usada. O diagnóstico foi claro: a equipe não via valor. Preencher o sistema era trabalho extra sem retorno visível. Ninguém tinha mostrado para as pessoas o que aqueles dados revelavam quando estavam completos. Invertemos a abordagem. Em vez de cobrar preenchimento, começamos a mostrar resultados. Apresentamos a cada gestor de departamento um relatório consolidado — com os dados que já existiam, mesmo incompletos — mostrando onde estavam as ineficiências, os atrasos recorrentes e os custos fora do padrão. O efeito foi imediato. Quando o gestor de compras viu que 30% dos pedidos estavam sendo feitos com menos de 48 horas de antecedência — e que isso gerava sobrecusto médio de 15% — ele entendeu. Não porque alguém mandou. Porque o número mostrou. A partir daí, o preenchimento melhorou. Não por cobrança. Por interesse próprio. Hoje, o mesmo ERP que implementamos naquela época continua funcionando. Mantido, aprimorado, integrado à operação. Não porque o software é perfeito — porque as pessoas entenderam por que ele existe. Tecnologia não é sobre ferramenta. É sobre cultura de uso.

#ERP#tecnologia#gestão#CostaFeitosa#construçãocivil#processos#transformaçãodigital
Agendado 29 Apr

Reunião que funciona tem formato

Em qualquer construtora que opera múltiplas obras simultaneamente, a comunicação entre equipes é o gargalo mais subestimado. Não por falta de comunicação — por excesso de comunicação desestruturada. Na Costa Feitosa, antes da reestruturação, as reuniões de acompanhamento de obra eram longas, dispersas e improdutivas. Duravam até duas horas. Os participantes chegavam sem preparação. Os assuntos se misturavam. E no final, ninguém sabia ao certo o que tinha sido decidido. O resultado era previsível: as mesmas questões reapareciam na semana seguinte. Decisões eram revisadas porque não tinham sido registradas. E o tempo que deveria ser dedicado à execução era consumido por alinhamentos que nunca terminavam. A mudança foi simples, mas não foi fácil — porque exigiu disciplina. Redefinimos o formato da reunião semanal de obra: 1. Segurança e pendências da semana anterior — 5 minutos 2. Status do cronograma e desvios — 5 minutos 3. Compras e suprimentos pendentes — 5 minutos 4. Financeiro: custo real versus orçado — 5 minutos 5. Decisões e responsáveis para a semana — 10 minutos Total: 30 minutos. Formato fixo. Ata padronizada enviada em até 2 horas depois da reunião. Cada decisão com responsável e prazo. No início, houve resistência. "Não dá para resolver tudo em 30 minutos." Dá. Quando a pauta é clara e os participantes chegam preparados, o tempo é mais do que suficiente. Assuntos que exigem discussão mais longa são tratados em reuniões específicas — não na reunião de acompanhamento. O impacto foi direto: menos retrabalho por desalinhamento, decisões mais rápidas e uma sensação compartilhada de que o tempo de cada pessoa era respeitado. Reunião boa não é reunião longa. É reunião que resolve.

#comunicação#reunião#gestão#CostaFeitosa#eficiência#processos#liderança